Pouco descansou Tina,
- Ai menina, tanta coisa estranha! Bem me avisaram do amor fantasma preso nesta casa. A minha própria mãe me disse que não me impressionasse com o que visse e deu-me este amuleto contra as possessões. Foi buscá-lo às espirítas escocesas, aquelas que vivem há 10 anos na casa velha. Era lá que a menina havia de ir.

Na floresta, uma jovem solitária parecia escutá-las e aguardar.
- Vamos então menina, o caminho é difícil e de carrinha não chegaremos lá.
- Espera vou buscar a carteira.
- Não precisa, nunca aceitam dinheiro, nunca. Para a mãe da menina das visões, aquilo é mesmo a maldição da filha - viver entre dois mundos!... - costuma ela dizer.
Quase se escondem, mas não se recusam a ajudar ninguém.
- Estranho. Mas faz-me confiar um pouco mais.
- Não faça perguntas por favor.
- Como é que ela adivinha se eu não lhe der os dados?

- Lê nas gotas de chuva ou de orvalho, consta também que faz para cada pessoa um pão, que reparte, e só depois começa a sessão.

- Estás a assustar-me e temos pressa.
Mas o que realmente Tina pensava era : a minha vida contida em água e pão?
(segue)
3 Comments:
N.
Ah! Larguei o diabo da pauta da reunião..que já alcançava a marca de uma dúzias de páginas e vim aqui. Porque ninguém merece: domingo trabalhando..tem dó.
Ah! to com medinho dessa estória.
Muito sinistra..visões...pobre Tina que está a beira da loucura. Aguça-me de curiosidade saber que destino a aguarda.
Volto, não com a regularidade que gostaria, mas vou me esforçar.Agora a castigada aqui tem ir.
um beijo carinhoso e saudoso
della-porther
he sentido esta historia que vanza con mucha tristeza
besitos y que mana sea un hermoso dia
besos y sueños
he sentido esta historia que vanza con mucha tristeza
besitos y que mana sea un hermoso dia
besos y sueños
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